
Ontem ao fim do dia, perto das 18:00 horas, recebi um telefonema do parque de campismo…
“Convinha que a menina viesse cá porque parte do seu material campismo está c/ bolhas de água”
Achei, não sei se pelo meu sexto sentido apuradíssimo (como dizem as minhas amigas), que alguma coisa mais se passava e que tinha mesmo de me deslocar ao parque.
Cheguei lá já cerca das 19.30 horas, bem… parecia que tinha passado o diabo por aquelas bandas, pelo caminho até ao meu lugar fui vendo coisas, algumas bastante desagradáveis.
Mal eu sabia o que me esperava!
Chego ao meu alvéolo, começo por verificar que parte do meu oleado cedeu uns largos metros p/ traz, por causa disso o avançado ganhou uma bolhas de água nada de grave, o pior não tinha eu visto, parte da estrutura cedeu e fez um rasgão no avançado quase do cimo até baixo. Do que o vento é capaz...
A raiva é tanta, meu Deus!!! Logo eu que sou uma “torneirinha” não sei como lá me aguentei sem soltar uma lágrima, começamos a arrumar algumas coisas p/ remediar o praticamente irremediável.
Agora já estou mais calma, ontem nem deu p/ “mastigar” nada do que aconteceu, mas hoje de manhã não pensava em mais nada, chorei, chorei, chorei, sim admito sou uma “pita chorona”. Fez-me bem, fiquei mais aliviada ao fim de alguns minutos, com a cabeça mais fresca p/ pensar o que fazer, que medidas tomar.
Os meus próximos fins-de-semana que deviam ser (pensava eu) bem mais calmos e se viesse um solzinho aproveitava ia p/ o campismo descansar, vão ser no mínimo stressantes e carregados de trabalhos forçados e redobrados, desmontar e montar material, reparar o possível e comprar o necessário… enfim como dizia o meu avô “quem anda por gosto não cansa”.
Ontem foi um dia que me magoou bastante, é uma ferida daquelas que dói bastante… lá é o meu segundo cantinho.