Na idade da pedra era assim:
Actualmente... bem, é melhor verem:
(temos sempre uma boa solução, o que é que estavam vocês a pensar? pois, pois...)
Na idade da pedra era assim:
Actualmente... bem, é melhor verem:
(temos sempre uma boa solução, o que é que estavam vocês a pensar? pois, pois...)







Qualidades - sincera, honesta, responsável e divertida.
Defeitos - extremamente perfeccionista e emotiva, teimosa e resmungona.
Gostos - animais, viajar, karaoke, campismo, praia, natação...
Não passarei - sem a minha família e amigos
Detestas - manga e papaia
Pessoa - o meu filho
Família - são tudo
Homem - o Meu
Mulher - A minha Mãe
Sorriso - sempre estampado na cara
Perfume - bright crystal (Versace)
Carro - ligeiro de passageiros
Paixão - a chama que se mantenha sempre acesa
Amor - o mais importante
Olhos - castanhos
Sal - o do mar
Chuva - a bater na janela
Mar - tranquilidade
Livro - "Amor que é vida"
Filmes - gosto de vários principalmente comédia e romance
Músicas - "thank you for loving me" (Bon Jovi)
Dinheiro - precisamos dele
Silêncio - dos inocentes
Solidão - por vezes é necessário
Flor - girassol
Sinceridade - acima de tudo
Sonhos - imensos
Cidade - Paris
País - Portugal
Não viver sem - fazer o que gosto
Nunca deixar de - ser como sou por imposição.





Existem determinadas coisas que me criam alguma confusão na moleirinha.
Andamos, cá em casa, feitos mouros a tentar equilibrar as nossas contas de forma a garantir que a família continue a poder usufruir do mesmo bem-estar com que temos vivido até à data.
Olho à minha volta e vejo pessoas que ganham menos que eu, que parecem ter mais dificuldades que eu, que sei que vão às compras e não trazem os carrinhos cheios de comida… Olho à minha volta e vejo-os com grandes carros, imensos luxos informáticos e tecnológicos, tudo do bom e do melhor…
Não compreendo o que é que eu faço de diferente… não compreendo…
As pessoas hoje em dia endividam-se em nome das aparências… tentam ostentar riqueza na esperança de obterem estatutos sociais… não sei que ganham com isso… transcende-me!
Mete medo cada vez que ouço nas notícias que “a burra da Euribor” continua a subir…
Mete medo pensar que o pagar ou não o empréstimo que contraímos da casa depende de termos ou não emprego… Mas mete-me mais medo constatar que pareço ser a única a pensar assim.
As pessoas vivem vidas impossíveis e irreais. As pessoas teimam em querer dar passos maiores que as pernas. As pessoas parecem viver anestesiadas pela sombra dos empréstimos como se dever dinheiro fosse tão natural quanto o acto de respirar.
Analiso… e só penso como é possível que mesmo assim todos parecem viver bem e sem preocupações…